| Na
entrevista: Vença o preconceito da idade
Em primeiro
lugar, não faça uma lista muito grande de empresas
onde trabalhou, relacione as 3 últimas empresas ou funções
nos últimos 10 anos.
Se você tem mais de 10 anos quinze anos de carreira, não
precisa mencionar seus primeiros empregos, a menos que haja alguma
experiência profissional que valha a pena relatar.
Neste caso, resuma o evento no fim do currículo e não
ponha a data exata, mas algo como “década de 80”
ou “início dos anos 90”.
Pense muito antes de adicionar fatos do início de sua carreira.
Se resolver mencioná-los, certifique-se de que eles:
• foram importantes para formar sua reputação
profissional e torná-lo mais conhecido no mercado;
• ainda hoje representam um marco na sua carreira e têm
a ver com os seus objetivos profissionais atuais;
• demonstram que você vem se distinguindo com bons resultados
e promoções desde que começou a trabalhar.
Se não puder atender ao menos um dos três requisitos
acima, é melhor deixar este lado da sua experiência
profissional de fora do seu currículo.
Não inclua a data da graduação no seu currículo.
Aliás, está em desuso colocar datas para a formação
acadêmica. A regra tem sido mencionar os cursos feitos, começando
pelo último ou aquele que lhe deu o título acadêmico
mais alto (por exemplo, se você está fazendo doutorado,
cite primeiro que é doutorando; depois, fale do mestrado
e, por último, do curso de graduação).
Estas dicas também servem para quem está começando
na carreira e precisa mostrar que já realizou algo.
Dê ênfase nos resultados é a melhor maneira de
demonstrar do que você é capaz.
Leia mais um artigo sobre o assunto:
http://www.abal.com.br/artigosview.asp?id=260
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